Em frente guio a alma que me atormenta de medo,
entro em transe e sopro um vento quente , como o sol de verão,
será que nao ves?!? o que tento prometer-te é esquecer que tudo em volta nao existe,e como o faço?
Vazio que enche o olhar de amargura e raiva por nao conseguir mais essa vontade de esqueçer.
Fingo ter-te , e nao te tenho , nao tenho o que me venera e me faz acreditar que tudo afinal existe!
Olha e voa comigo nesta fantasia, neste submundo.
Asas criam brilho de consciencia e voam sem para no teu mundo ,
E arrepios me revoltam tendo consciencia que te deixo entrar e descobrir o meu sonho.
Nao me critiques , nao finges, nao tenhas medo, apenas me ouve e sente como sou o que sou ...
Chega-te ate mim e pinta-me de Amor, e deixa a dor!
Ouve o bater do meu coração , ouve agora o teu e venera a tua razão,
a secura experimentada só por ti é conheçida,
Como terra seca e canssada, e que apenas precisa de ser amolecida.
Amolece assim o meu e o teu coração,
E apenas temos os dois Razão.
entro em transe e sopro um vento quente , como o sol de verão,
será que nao ves?!? o que tento prometer-te é esquecer que tudo em volta nao existe,e como o faço?
Vazio que enche o olhar de amargura e raiva por nao conseguir mais essa vontade de esqueçer.
Fingo ter-te , e nao te tenho , nao tenho o que me venera e me faz acreditar que tudo afinal existe!
Olha e voa comigo nesta fantasia, neste submundo.
Asas criam brilho de consciencia e voam sem para no teu mundo ,
E arrepios me revoltam tendo consciencia que te deixo entrar e descobrir o meu sonho.
Nao me critiques , nao finges, nao tenhas medo, apenas me ouve e sente como sou o que sou ...
Chega-te ate mim e pinta-me de Amor, e deixa a dor!
Ouve o bater do meu coração , ouve agora o teu e venera a tua razão,
a secura experimentada só por ti é conheçida,
Como terra seca e canssada, e que apenas precisa de ser amolecida.
Amolece assim o meu e o teu coração,
E apenas temos os dois Razão.
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