Corro, e deixo o meu corpo leve, sem medo.
Alcanço o mais profundo do meu ser, e sinto-me triste.
As minhas entranhas sentem-se a cuspir de odio e o vento trás a amargura da solidão.
Quem sou eu? Sou em vão.
Ouo os passaros a cantar e o som do vento a levitar,
Vejo como é bela a vida, e como é cruel,
Sangro hoje uma seca de sentimentos que nao consigo sentir de tão forte que são.
A tristeza que ouo em mim, consigo transmiti-la nos olhos o meu ser desfazesse em cinzas,
E calo-me , ja estou farta de me ouvir.
E sustento a respiração, como doi....
doi tanto que faz lembrar um remoinho de tempestades em que nao sobra uma unica sombra de mim.
Corro sem ninguém me ver, porque nao me apeteçe sentir.
Alcanço o mais profundo do meu ser, e sinto-me triste.
As minhas entranhas sentem-se a cuspir de odio e o vento trás a amargura da solidão.
Quem sou eu? Sou em vão.
Ouo os passaros a cantar e o som do vento a levitar,
Vejo como é bela a vida, e como é cruel,
Sangro hoje uma seca de sentimentos que nao consigo sentir de tão forte que são.
A tristeza que ouo em mim, consigo transmiti-la nos olhos o meu ser desfazesse em cinzas,
E calo-me , ja estou farta de me ouvir.
E sustento a respiração, como doi....
doi tanto que faz lembrar um remoinho de tempestades em que nao sobra uma unica sombra de mim.
Corro sem ninguém me ver, porque nao me apeteçe sentir.
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